A cada ano no país são produzidas cerca de 800 milhões de pilhas secas (zinco-carbono) e alcalinas. A MiraTerra observa que reciclar pilhas e baterias esgotadas ainda não é uma prática na sociedade. Além disso, descartá-las de forma incorreta é extremamente perigoso. Os metais pesados existentes em seu interior não se degradam e são extremamente nocivos à saúde e ao meio ambiente.
Uma pilha comum contém, geralmente, três metais pesados: zinco, chumbo e manganês, além de substâncias perigosas como o cádmio, o cloreto de amônia e o negro de acetileno. A pilha alcalina contém também o mercúrio, uma das substâncias mais tóxicas que se conhece.Por isso, pilhas e baterias representam hoje um sério problema ambiental. De acordo com dados da Abinee - Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica são produzidas a cada ano no país cerca de 800 milhões de pilhas secas (zinco-carbono) e alcalinas.
Riscos
Na natureza, uma pilha pode levar séculos para se decompor. Os metais pesados, porém, nunca se degradam. Em contato com a umidade, água, calor ou outras substâncias químicas, os componentes tóxicos vazam e contaminam tudo por onde passam: solo, água, plantas e animais.
Com as chuvas, penetram no solo e chegam às águas subterrâneas, atingindo córregos e riachos.
A água contaminada acaba atingindo a cadeia alimentar humana por meio da irrigação agrícola ou do consumo direto.
Os metais pesados possuem alto poder de disseminação e uma capacidade surpreendente de acumular-se no corpo humano e em todos os organismos vivos, os quais são incapazes de metabolizá-los ou eliminá-los, o que traz sérios danos à saúde.















































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