segunda-feira, 20 de julho de 2009

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segunda-feira, 8 de junho de 2009

O Diretório Municipal de São Paulo, convida você para participar do debate: A Crise Mundial, o Brasil e o Governo Lula", com a presença do Senador Aloizio Mercadante. O encontro acontecerá no próximo dia 15/06, segunda-feira, às 19h, no Sindicato dos Engenheiros de SP, localizado na Rua Genebra, 25 - Centro.
Informações: 11.3215-1313

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Esclarecimentos a População Em relação aos acontecimentos que envolveram a Administração Municipal de Araçatuba com a logomarca utilizada, os partidos da Coligação que elegeu o prefeito Cido Sério e o vice Carlos Hernandes vêm a público esclarecer:

  1. Não houve dolo, não houve má fé e não houve também ganho político algum para ninguém;
  2. A atitude adotada pela administração durante todo o episódio foi adequada, esclarecedora e resolutiva;
  3. Os Partidos Coligados reiteram o total apoio a Administração Municipal e condenam qualquer manobra política, oportunista e antidemocrática que queiram fazer mudar a vontade popular atribuída nas urnas pelos eleitores de Araçatuba;
  4. Por fim, em respeito à população de Araçatuba, pedimos a todos que amam e respeitam a cidade, independente de ideologia ou cores partidárias, o apoio para que o prefeito Cido Sério possa continuar a trabalhar em benefício dos munícipes. Assinam: PT - Partido dos Trabalhadores PDT - Partido Democrático Trabalhista PV - Partido Verde PC do B - Partido Comunista do Brasil PSL - Partido Social Liberal PT do B - Partido Trabalhista do Brasil PR - Partido da República PTC - Partido Trabalhista Cristão

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Precarizar não! CUT lança cartilha sobre terceirização durante reunião da Direção Nacional Apresentada durante a 12ª Plenária Nacional da CUT, em agosto de 2008, a Campanha de Combate à Terceirização ganha um reforço importante na próxima terça-feira (17), com o lançamento de uma cartilha específica sobre o tema. O lançamento será às 19h, no Hotel Braston, em São Paulo. Sob o mote Precarizar Não, a Campanha foi estruturada no contexto de lutas gerais da Central, em defesa da manutenção e ampliação dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras e, de forma específica, na sua estratégia de enfrentamento da precarização das relações de trabalho. O novo material traz subsídios para o debate e ação sindical e é resultado do acúmulo da CUT a respeito do tema, desenvolvido especialmente por meio do GT de Terceirização, grupo de trabalho sob a responsabilidade da Secretaria Nacional de Organização, que reúne importantes ramos de atividade representados pela Central. Para falar sobre o assunto, o Portal do Mundo do Trabalho conversou com Denise Motta Dau, secretária nacional de Organização da CUT: Portal: Qual é o principal objetivo da Cartilha?Denise: Esta cartilha faz parte da Campanha de Combate à Terceirização - Precarizar Não, cujos materiais vêm sendo gradualmente divulgados. Começamos com o cartaz, agora temos a cartilha e está previsto um livro, a ser feito em conjunto com universidades. O objetivo é subsidiar dirigentes e militantes sindicais para o diálogo nos locais de trabalho e, sobretudo, estimular o desenvolvimento de ações que favoreçam o combate à precarização nas relações trabalhistas. A cartilha chega para informar e fomentar este diálogo, e assim, promover o fortalecimento da organização e representação sindical e dos processos de negociação coletiva. Portal: Como surgiu a proposta de elaborar um material específico sobre o tema?Denise: A CUT intensificou o debate sobre terceirização a partir de 2004, quando constituímos um Grupo de Trabalho (GT), formado pela a Central e por entidades Cutistas que representam importantes ramos de atividade, coordenado pela Secretaria Nacional de Organização (SNO). O GT propiciou uma reflexão e aprofundamento sobre o tema e, a partir daí, construiu propostas visando ações efetivas. A qualidade dos debates realizados no GT e o acúmulo resultante deste trabalho foram os grandes responsáveis por esta cartilha, fruto de um trabalho coletivo. Portal: Como será a atuação da CUT para que a cartilha se efetive como uma ferramenta que estimule ações de enfrentamento à precarização nas relações de trabalho?Denise: A CUT tem o compromisso de oferecer subsídios para o debate de forma qualificada, para que as informações cheguem de fato lá na ponta, que é a base. Alguns ramos da CUT e sindicatos filiados já vêm desenvolvendo ações importantes, negociando condições de trabalho e salário, assinando acordos e representando politicamente trabalhadores terceirizados, seja por meio de ações diretas ou da interação entre sindicatos e confederações. Para outros ainda é necessário transpor barreiras, inclusive internas, sobre em que medida a negociação coletiva contribui para institucionalização de determinadas práticas de gestão do trabalho ou para modificá-las. A cartilha, sem dúvidas, poderá potencializar essas ações. Portal: Como as entidades cutistas poderão ter acesso ao material? Denise: A cartilha chegará às entidades juntamente com o Jornal da CUT deste mês. Além disso, após ser lançada no dia 17, estará também disponível no Portal do Mundo do Trabalho, o site da CUT. Portal: Qual é a principal estratégia da CUT de enfrentamento às terceirizações?Denise: Nossa estratégia se estrutura em três eixos: Organização e Representação dos Trabalhadores Terceirizados; Negociação e Contratação Coletiva; e Elaboração de Projeto de Lei para regulamentar as relações de trabalho nos processos de terceirização. Um dos resultados é o PL 1621/07, que é uma proposta da CUT a partir das elaborações constituídas no GT, abraçada pelo deputado Vicentinho (PT-SP) Portal: Como a Campanha interage com as demais campanhas nacionais da Central?Denise: Sem dúvidas ela está inserida em várias frentes de luta em curso em nossa central, como a Campanha pela Redução da Jornada de Trabalho, sem Redução de Salários; as Campanhas pela Ratificação da Convenção 158 contra a dispensa imotivada e da Convenção 151 pela institucionalização da negociação coletiva no setor público. Ela também está articulada diretamente à luta em defesa do emprego, salário e direitos. No dia 30 de março, a CUT, a CSA e diversas entidades do movimento social realizam uma mobilização nacional intitulada "Os Trabalhadores não pagarão pela crise". Neste dia estaremos nas ruas com manifestações em todo o Brasil para mostrar que a CUT tem propostas para o enfrentamento dos efeitos causados pela crise internacional e suas consequencias, portanto, não podemos permitir propostas e ações que precarizem ainda mais as relações de trabalho. A CUT continuará lutando para que o desenvolvimento do país se dê com emprego e renda. Fonte: CUT

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Saiba como identificar o assédio moral nas sutilezas Leia abaixo a entrevista dada pelo Dr. Inácio Aparecido, sócio-diretor do escritório Aparecido Inácio e Pereira ao site Canal RH www.canalrh.com.br):Funcionários que foram obrigados a fazer danças constrangedoras, usar roupas engraçadas e até levar um bode para casa por não terem atingido as metas determinadas pelo gestor são casos de assédio moral que ficaram famosos pela humilhação pública pela qual o assediado passou, e que renderam processos para as empresas onde essas práticas ocorreram.Entretanto, nem sempre as ocorrências de assédio moral se dão assim, de forma explícita. Ao contrário, na maioria dos casos ela se dá de forma sutil, difícil de ser identificada, mas com efeitos devastadores para o assediado. Entidades como Organização Mundial de Saúde (OMS) e Organização Mundial do Trabalho (OIT), apontam o assédio moral como principal causa da angústia e depressão que muitos trabalhadores vivem e que é considerado o grande mal do século 21.O impacto disso para as organizações não é menor. “O ambiente onde ocorre o assédio moral torna-se insalubre e, por consequência, improdutivo. Afinal, para atingir bons resultados a pessoa precisa se sentir realizada, o que é impossível onde ela é constantemente perseguida ou discriminada”, diz o advogado e especialista no assunto, Aparecido Inácio.Segundo ele, para evitar que esse mal se instale dentro de casa, as organizações, mais especificamente os RH’s, devem estar atentos aos sinais que indicam a existência do assédio, começando pela forma como se dá a relação entre gestores e subordinados. Posturas como a recusa na comunicação direta com o colaborador por parte do gestor ou a segregação física, que se caracteriza quando um trabalhador é colocado num local isolado dos demais colegas, são alguns dos indícios mais comuns que o advogado aponta e que estão listados na cartilha que escreveu sobre o assunto.Inácio esclarece que o gestor tem sim o dever de cobrar resultados dos seus subordinados. Entretanto, quando a cobrança sobre um indivíduo torna-se maior, devido a resultados ruins, é que o assédio pode se manifestar. “Um gerente advertir um subordinado que cometeu um erro ou até demiti-lo pela reincidência no erro é normal. Agora, há casos onde o gestor passa a perseguir aquele indivíduo de forma paulatina”. E segundo Inácio, isso pode acontecer de forma mais velada, como nos casos onde o gestor passa a impor ao funcionário condições diferenciadas de trabalho ou tarefas muito difíceis de ser cumpridas, como metas elevadas.Por isso, é preciso estar de olho no perfil do gestor, ressalta o advogado “Aquele gerente com perfil mais agressivo e esquentado, acostumado a cobrar com mais veemência pode estar mais sujeito a cometer esses erros”, diz.No entanto, o assédio não acontece somente de cima para baixo. Ele também pode se manifestar horizontalmente, entre colaboradores do mesmo nível hierárquico. Inácio explica que isso costuma acontecer em ambientes onde a competição ultrapassa os limites saudáveis e começam acontecer as “puxadas de tapete”.Promover momentos de interação entre empregados e incentivar o diálogo aberto são ações que o RH pode iniciar para tentar prevenir essas ocorrências dentro da empresa que, segundo Inácio, além de serem passíveis de ações judiciais, cujas penalidades podem ser altas, ainda compromete os laços de confiança estabelecidos dentro da organização. “O indivíduo assediado deixa de ter interesse pela empresa. Daí então, aquela motivação para ‘vestir a camisa da empresa’, tão importante, deixa de existir”.O advogado ainda alerta para o fato do assédio moral ser responsável pelo aumento da incidência de doenças psicossomáticas e ortomoleculares, que por sua vez contribuem para o aumento o nível de afastamentos no INSS. “Isso pode representar um grande custo para as empresas. Primeiro porque eles perdem a sua força de trabalho para as doenças, e depois porque a Previdência passará a cobrar das organizações os valores gastos em benefícios por afastamento”.Fonte: SINDSAÚDE-SP

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PLP 92/2007 – Fundação Estatal de Direito Privado
Na contramão de um Estado Socialmente Forte Os trabalhadores do Serviço Público, e todos aqueles comprometidos com a construção de um modelo de Estado democrático, demarcado pela inclusão e participação popular, fortalecendo as áreas de ação social e de políticas públicas, têm como bandeira histórica esta Luta. Os últimos 20 anos foram demarcados pela resistência a posições dos governos passados, cujo foco central era uma política de desmonte e privatização dos serviços públicos e a implantação do Estado Mínimo, fortalecendo uma lógica neoliberal. No governo passado, de FHC, com o discurso da necessidade de autonomia de gestão orçamentária, administrativa e de pessoal, muitos serviços públicos foram cada vez mais repassados para a gestão privada e os efeitos mais visíveis, além da queda da qualidade nos serviços, foram a precarização das relações de trabalho, a produtividade competitiva baseada no alcance de metas e com ênfase no individualismo, a construção do instrumento de avaliação coletiva como elemento diferenciador de salário e de políticas de gratificações produtivistas. Além do aparecimento das agências reguladoras, que traduziam a intervenção do mercado na área estatal, a saúde, a educação, assistência social, ciência e tecnologia, comunicação, cultura, meio-ambiente, ditas como “socialmente competitivas”, sofreram um amplo ataque do governo neoliberal que resultou no sucateamento das instituições, diminuição crescente do quadro de pessoal, por aposentadoria, PDV e ausência de concursos, ao mesmo tempo em que a falta de recursos gerava uma acentuação brusca na queda de qualidade da oferta e na qualidade dos serviços. Os trabalhadores do Serviço Público lutam por um Estado socialmente forte, induzindo o desenvolvimento em todas as áreas. Todos os serviços públicos são típicos de Estado e, mais especificamente, Educação, Saúde, Previdência e Assistência Social são áreas onde o Estado deve reclamar para si a oferta dos serviços por se tratar de direitos básicos, universais e garantidos na constituição. A atuação e intervenção forte do Estado nestas áreas é o que garante minimamente a construção de um Estado Democrático. O debate em curso, no Congresso Nacional, através do PLP 92/2007 – sobre a criação e implantação das Fundações Estatais de Direito Privado – traz como pano de fundo o papel do Estado, sua área de intervenção, o que é função típica de Estado e da relação do mesmo com os servidores públicos. A criação das fundações estatais, como um novo modelo de gestão para as áreas que não são de intervenção exclusiva de Estado, apresenta uma forte contradição com o projeto de fortalecimento do Estado. A fundação estatal traduz conceitos aplicados às organizações sociais de que a intervenção governamental nas áreas “não exclusiva de Estado” deve ser marcada por conceitos de produtividade, competitividade e principalmente flexibilidade na gestão de pessoal. A implementação deste modelo de gestão no Estado comprometerá o investimento governamental, com políticas permanentes nestas áreas, principalmente na questão de pessoal. Com conseqüências negativas para estes setores, cuja garantia de serviços deixa de ser assegurada no momento em que, dependendo da política do governo que está no plantão, a fundação poderá ter a sua legislação alterada, podendo ser modificada, ou mesmo extinta. Extingue-se também o vínculo dos que prestam serviços à população, pois deixam de ser servidores públicos. Não bastasse o fato de trazer para o plano do setor público uma visão de relação de trabalho típica da lógica privada, a fundação estatal avança na desconstrução do modelo de serviço público ao vincular o pagamento da folha de salários ao quantitativo de serviços prestados, ao trabalhar os conceitos produtivistas das organizações sociais baseados na ausência de estabilidade, defendidas por nós como necessária para que o servidor possa cumprir com seu papel livre das ameaças da instabilidade de vínculo. Os trabalhadores do Serviço Público, a CUT e todos os setores comprometidos com o fortalecimento do Estado estão UNIDOS nesta Luta de resistência a este Modelo que recupera a lógica do Estado Mínimo. Não abriremos mão do nosso papel enquanto servidores públicos e cidadãos na defesa dos Serviços Públicos de qualidade, pautado por uma política de Estado forte, que garanta os direitos à cidadania para todos. CONTRA AS FUNDAÇÕES ESTATAIS DE DIREITO PRIVADO!

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domingo, 7 de junho de 2009

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O PRÉ-SAL É DO POVO BRASILEIRO Um filme em defesa do Brasil Muito antes da CPI da Petrobrás ser instituída no Senado, o diretor Peter Cordenonsi trabalhava no filme “O Petróleo tem que ser nosso. A última fronteira”, um documentário que pretende resgatar entre os cidadãos a história recente da maior estatal do Brasil, a Petrobrás, empresa que conduziu o país para a independência na área energética. A CPI não passa de palco político para a oposição sem propostas ter um palanque na mídia para se salvar de uma derrota catastrófica nas eleilões do ano que vem. É uma tentativa de parecer relevante ou de não morrer na praia. Enquanto a mídia conservadora brasileira faz seu trabalho de dar sustentação em mais esta aventura, assim como as outras CPIs que não deram em nada, como a do Mensalão, sindicatos, estudantes, profissionais liberais e artistas estão se mobilizando para protestar em todo o Brasil contra essa CPI do PSDB que tem como pano de fundo aparar a grama para enfraquecer e privatizar a Petrobrás. Acompanhe abaixo o primeiro trecho do filme liberado pelo diretor Peter no YouTube. Para ampliar a visão do documentário neste momento tão importante da grande estatal do Petróleo, Cordenonsi já atualizou e inseriu no filme as manifestações a favor da empresa. Enviado em Ficou na retinahttp://emerluis.wordpress.com/2009/05/27/um-filme-em-defesa-do-brasil/

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Precatórios: opinião de Serra é ‘escárnio’, diz advogado .SÃO PAULO - O advogado Carlos Toffoli, vice-presidente do Movimento dos Advogados em Defesa dos Credores Alimentares (Madeca), contestou os comentários feitos ontem pelo governador de São Paulo, José Serra (PSDB), para quem há investidores e grandes escritórios que compraram precatórios a preços muito baixos. Serra acrescentou que é folclórica a ideia de que os precatórios envolvem viúvas que não receberam tais recursos. Segundo o advogado, Serra não tem argumentos para defender o calote desta categoria de precatórios e seus comentários soam como “escárnio para milhares de credores”, sobretudo para aqueles que já faleceram e não receberam os recursos a que tinham direito.“A grande maioria de credores é formada sim por viúvas, viúvos e pensionistas que herdaram os precatórios de seus maridos e esposas, além de funcionários públicos da ativa”, comentou Toffoli. Para ele, o governo do Estado não paga tais compromissos junto aos cidadãos portadores destes títulos e depois questiona as pessoas que venderam seus créditos. O advogado ressaltou que tal situação apenas ocorre porque o Poder Executivo paulista não honra tais compromissos financeiros, pois decidiu postergar continuamente os pagamentos.”De acordo com Carlos Toffoli, o governo paulista deve R$ 12 bilhões apenas em precatórios alimentares e não quitou os créditos relativos a 1998. Ele ressaltou que pode ser conhecida na Justiça a lista das pessoas que têm direito a receber tais dívidas da administração estadual.A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) levou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados uma proposta para o pagamento de R$ 100 bilhões em precatórios que seriam devidos atualmente pela União, Estados e municípios. De acordo com a Fiesp, com tal montante deveria ser formado um fundo de investimento para obras de infraestrutura e no setor de habitação.Segundo a entidade, o credor dos títulos poderia aplicar os recursos a que tem direito para adquirir uma casa ou para investir num fundo dedicado a projetos de construção de longo prazo, como rodovias. Segundo cálculos da Fiesp, o investimento de R$ 1 bilhão nesse fundo de investimento em obras de infraestrutura e habitação poderia criar 68 mil empregos em um ano. Agência Estado

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Petrobras divulga nota oficial sobre o Blog Fatos e Dados

Junho 7, 2009 by Blog Fatos e Dados Petrobras Nossa opinião Em relação a matéria publicada na edição de hoje, 07/06, no jornal O Globo, intitulada “Petrobras vaza em blog informações obtidas por jornalistas”, a companhia entende que não houve quebra de confidencialidade ou ilegalidade na publicação das perguntas e respostas enviadas aos jornalistas no recém lançado blog Fatos e Dados. Com efeito, a relação entre a Petrobras e os veículos de comunicação que a interpelam é essencialmente pública. Neste contexto não há espaço para informação sigilosa, como o verbo “vazar” utilizado no título pressupõe. Tanto as respostas da Petrobras são públicas quanto as perguntas dos repórteres também o são, ou deveriam ser. A publicação das respostas no blog, antes da decisão editorial de o jornal publicar ou não a reportagem em questão, reforça o objetivo da Petrobras de alcançar o máximo de transparência possível no relacionamento com seus públicos de interesse. A agilidade no tratamento e no encaminhamento das respostas ao sempre legítimo questionamento da imprensa demonstra também o compromisso da Cia em prestar todos os esclarecimentos a ela solicitados. A Petrobras tem liberdade para publicar a íntegra das respostas que fornece aos veículos de comunicação porque é fonte e detentora dos dados disponibilizados. No campo jurídico, especialistas consultados reafirmam a legalidade de nossa decisão. Cabe-nos, entretanto, ressaltar que a medida não tem como objetivo prejudicar o trabalho dos jornalistas. A iniciativa de criar o blog Fatos e Dados, na opinião da Petrobras, é um marco na construção de novas pontes de comunicação com os públicos de relacionamento da companhia em uma nova era de circulação de informação digital em tempo real. A chamada blogosfera permite uma relação direta entre a fonte divulgadora de informação e leitores, sem a necessidade de filtros, de maneira que a decisão sobre o que interessa de fato ao receptor seja por ele selecionada, na medida em que tem acesso a íntegra das perguntas e respostas. Entende, ainda, a Petrobras que contribui com o avanço democrático ao possibilitar um diálogo mais profundo nessa complexa teia, composta por intermediários pulverizados e integrados em redes múltiplas. Por fim, cabe ressaltar que o objetivo do blog é essencialmente dar transparência aos processos da Petrobras e não prejudicar o levantamento de fatos e dados de jornalistas. Ao contrário, a divulgação prévia poderá propiciar aos veículos, inclusive, que justifiquem mais tecnicamente suas legitimas posições editoriais. Quaisquer que sejam elas, desde que explicitamente opiniões, serão sempre legitimas no entendimento da Petrobras. Essa nota também será publicada no Blog da Petrobras, na seção “Nossa Opinião”.

http://petrobrasfatosedados.wordpress.com/

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SIGA DILMA NO ORKUTConvidamos a todos a seguirem a MInistra Dilma Rousseff no ORKUT. O Blog da Dilma tem uma Comunidade/Perfil da Dilma, e é coordenada por nossa querida ANA CRISTINA, e a direção geral de Daniel Pearl. Acesse e cadastre seu nome, tem muita novidade na Comunidade:http://www.orkut.com.br/Main#Home.aspx
Postado por DANIEL PEARL às Domingo, Junho 07, 2009

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Governador é alvo do STJ por publicidade de estatal fora de SP Uma sindicância do STJ (Superior Tribunal de Justiça) aberta contra o governador José Serra (PSDB) apura se houve irregularidade na campanha publicitária da Sabesp (Companhia de Saneamento de São Paulo) veiculada em rede nacional. O valor total do contrato com duas agências de publicidade, encerrado nesta semana, somou R$ 43,750 milhões. Os contratos com as agências foram firmados em junho de 2008, após licitações, e prorrogados em dezembro por mais seis meses. No total a Nova S/B recebeu R$ 24 milhões, e a Lew Lara, R$ 19,7 milhões. A Globo informou à Justiça Eleitoral ter recebido R$ 7,450 milhões pelas inserções da Nova S/B em cadeia nacional, duas vezes por dia, durante 45 dias, de dezembro a janeiro. A Bandeirantes, que teria recebido R$ 1,4 milhão, ainda não confirmou as informações ao Tribunal Regional Eleitoral do Rio. A sindicância foi aberta a pedido do subprocurador-geral da República Francisco Dias Teixeira após pedido do deputado estadual Rui Falcão (PT). O procedimento partiu de reportagem da Folha, publicada em 3 de fevereiro. O texto informava que o presidente do TRE-RJ, desembargador Alberto Motta Moraes, havia pedido informações às agências e às emissoras de TV sobre anúncios da Sabesp veiculados no Estado. As informações foram encaminhadas ao Tribunal Superior Eleitoral, que não abriu procedimento, e ao STJ. Conforme informado ao TRE-RJ por outros tribunais, além do Rio, os anúncios foram exibidos em pelo menos outros três Estados em que a Sabesp não atua: Amapá, Minas e Bahia. A suspeita é que Serra poderia estar usando a máquina pública em favor de uma possível candidatura à Presidência. O procedimento no STJ, a quem cabe processar e julgar governadores por crimes eleitorais, apura se Serra teria praticado irregularidade. Segundo o subprocurador, a sindicância é uma "providência preliminar". "A partir do resultado da averiguação, se [o STJ] definir pela possibilidade efetiva de um crime, em tese, inicia investigação por meio de inquérito."

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Gilberto Kassab, prefeito demo de São Paulo, mandou inaugurar a Escola Municipal de Ensino Fundamental Vila Santa Maria, em Cidade Dutra, Zona Sul da capital paulista, mas alunos de 5ª, 6ª e 7ª séries dessa unidade de ensino não têm tido aulas de matemática, história, português, geografia, informática e leitura.Nas escolas estaduais, estas sob a responsabilidade do governo José Serra, aliado do demo Kassab, foram distribuídos livros pornográficos para alunos do ensino fundamental.Kassab é o tal que apareceu na TV correndo atrás de um trabalhador a fim de cobrir o infeliz de porrada porque estava reclamando do mau atendimento num posto de saúde.Serra é aquele que foi ministro da Saúde no governo da privataria de FHC. Sim, ele mesmo, o que se envolveu no escândalo dos sanguessugas... Isso mesmo, o caso das ambulâncias compradas de forma fraudulenta. É o próprio, sim, aquele que, quando era ministro e viajava em aviões da FAB, picava papel e jogava no piso da aeronave dizendo que era para os militares terem o que fazer, ou seja, limpar a sujeira que ele espalhava propositadamente.Nas próximas eleições, Serra quer se tornar presidente da República; Kassab, sabe lá o diabo, deve se contentar em ascender à governança do Estado de São Paulo.Em outros tempos, quando não tínhamos a internet, talvez as ações desses dois políticos da safra DEM-PSDB já tivessem sido deletadas de nossa memória e enviadas para a lixeira alzheimeriana.Agora podemos até acrescentar outras atrocidades cometidas por governantes como esses, despachar pelas nossas listas eletrônicas, postar em blogs, sites, comunidades de relacionamento e onde mais for possível, fazendo muita gente se lembrar com quem estamos tratando na hora de votar.Vamos em frente, que 2010 se anuncia, prometendo uma batalha insana.Lula vai de Dilma e PAC – dizem os seus adversários que isso é propaganda eleitoral fora de época.O PSDB de Serra e demos aliados erguem o palanque com a CPI da Petrobras.Bom, cada qual com seu cada qual.Fonte: Assaz Atroz http://www.tribunapetista.com/

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População com renda inferior a 1 dólar por dia caiu pela metade no BrasilEm 1990, o País tinha 8,8% da sua população nesta situação; atualmente, esse percentual é de 4,2%.

O Brasil reduziu pela metade a proporção de pessoas com renda per capita inferior a um dólar por dia. Em 1990, o País tinha 8,8% da sua população nesta situação. Atualmente, esse percentual é de 4,2%. A meta, contudo, é reduzir esse número para 3,3%.Os dados foram divulgados, na última terça-feira (2), durante audiência pública no Senado, pelo coordenador do grupo de trabalho para acompanhamento e monitoramento das Metas do Milênio da Casa Civil da Presidência da República, Darci Bertholdo.Segundo Bertholdo, o governo federal está envolvendo os municípios na agenda de compromissos das Metas do Milênio, para que cada prefeito possa monitorar, em sua cidade, o cumprimento da agenda de ações.MetasPrevistas para serem cumpridas até 2015, as Metas do Milênio constam da Declaração do Milênio, um conjunto de ações previsto em um pacto internacional pelo fim da pobreza, articulado pela ONU (Organização das Nações Unidas) e assumido por 189 países.Ao todo, são oito objetivos e 18 metas, sendo a garantia de sustentabilidade ambiental uma delas. O Brasil, ainda de acordo com o representante da Casa Civil, estaria se empenhando para atingir todos os objetivos.Neste caso específico, o País estaria investindo em programas de habitação e de saneamento básico, principalmente nas regiões mais pobres do País.Notaram a diferença do governo Lula, do governo do PT, para o desgoverno de FHC, Serra, do PSDB. E tem uns abestalhados que não entende porque Lula tem 81,5% de aprovação, dizem que são pesquisas compradas. Postado por Amigos do PT às Quinta-feira, Junho 04, 2009

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