Brasil expande mercado e faz novas alianças internacionaisAlém de fortalecer as relações com parceiros tradicionais, País também busca novas frentes comerciais.
A participação ativa e soberana nas principais discussões deste início de século - questões de clima, energia, segurança mundial, entre outras -, a abertura de novas frentes de comércio internacional, o fortalecimento do Mercosul e o estabelecimento de outras relações de parcerias externas colocaram o Brasil como uma nação de peso efetivo no mapa mundial, com resultados expressivos para o País. Além de manter, e mesmo intensificar, as relações com os Estados Unidos e países da União Européia, nos últimos anos a política externa brasileira foi norteada pelo estabelecimento de novas parcerias internacionais. Foram abertas frentes de comércio, cooperação técnica e intercâmbio cultural com inúmeros países. No que diz respeito ao comércio exterior, os números são expressivos. O Brasil hoje exporta mais para os países em desenvolvimento (54,7%), enquanto as vendas para as nações desenvolvidas somaram 45,3%, conforme levantamento do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio de setembro do ano passado. De acordo com o estudo, nos últimos quatro anos, as exportações para a América do Sul cresceram cerca de 250%. América Latina e o Caribe são os principais destinos da produção brasileira, com 26,5% das compras de produtos nacionais. Com a União Européia, o volume de exportações brasileiras somou 22,1%, enquanto os países asiáticos ficaram com 15%. Os Estados Unidos são, entre os países desenvolvidos, o maior cliente individual brasileiro, respondendo por 15,8% da produção nacional voltada às exportações, o que representa R$ 25,3 bilhões. Em contrapartida, as importações de produtos norte-americanos cresceram 43%, e também aumentaram os investimentos de empresas brasileiras nos Estados Unidos. A Argentina é, entre os países em desenvolvimento, o que mais importa produtos brasileiros. Foram contabilizados, em 2006, R$ 11,7 bilhões de vendas para o país vizinho. Com os países árabes, só no ano passado, o Brasil registrou exportações de cerca de R$ 6 bilhões.















































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